webmail email senha  
 
 
» Espalha Fatos por Juliano Parolo
O CAOS REINA - 23/10/2009

Nesse governo chué que aí está, felizmente por pouco tempo, o caos se instalou, apesar de toda a mídia exibir filme bem diferente.
Nota-se uma inversão de valores em todos os poderes da república. Cada vez mais o desgoverno interfere até na vida particular do cidadão de bem e das empresas privadas, não conseguindo cumprir nenhuma das tarefas a que se propôs. O panorama mundial não serve de desculpa para tanta inépcia, corrupção e subterfúgios.
O fato de outras partes do planeta estarem sofrendo crises das mais diversas etiologias, com destaque para as crises econômica, climática e do terrorismo, o governo poderia minimizar os conhecidos problemas do aumento da criminalidade, da falta de segurança, da saúde precária e da pobreza da educação ?
O país é cheio de riquezas que o capacitam a contornar o desespero externo, mas como jamais se viu um governo tão pífio, assustado e despreparado com as dificuldades do momento e como superá-las, por falta de competência ou de vontade, o presidente anima-se mais em tocar para o palanque acompanhado de uma horda de puxa-sacos, em campanha antes do tempo estabelecido na lei eleitoral, sempre se jactando e blasfemando da oposição.
Só visa com essa irregularidade insanável, não coibida pelo TSE, alcançar resultado favorável na eleição de 2010, junto aos pobres que adoram continuar sofrendo e aos eleitores idiotas que serão trazidos no cabresto ideológico do partido da situação e de conhecida coligação, "oposicionista" desde o tempo da ditadura, que sempre consegue, custe o que custar, entrar em simbiose com qualquer espécie de governo e até com o PT, fato inacreditável!
Depois dos discursos falaciosos do cacique fanfarrão, especialmente sobre a crise econômica lá fora, quando alardeou que aqui ela não passaria de uma “marolinha” sem “maiores consequências”, logo toda sociedade percebeu que a nação brasileira foi atingida frontalmente.
Corrobora isso os reais índices do desemprego, a maioria decorrente da paralisação de parte considerável da atividade produtiva, provocando uma sensível queda na arrecadação tributária, o governo chegando até ao absurdo de querer retardar a restituição do imposto de renda. Percebeu que havia dado um tiro no pé, depois recuando do odioso intento.
Aliás, o chefe de governo tem o hábito de falar coisas sem pensar para depois retroceder, quando, então Inês é morta...
Ainda para servir de justificativa à quebra da receita e à valorização do real, o governo acaba de fazer novas exigências, agora ao capital estrangeiro com o imposto sobre operações financeiras, o que fatalmente dificultará ainda mais a atividade dos exportadores.
Até já fala em uma nova CPMF com idêntico propósito e para tapar o gigantesco déficit público, ao invés de apertar o cinto, controlando suas próprias e astronômicas despesas, matéria com a qual nunca se preocupou.
A criminalidade e falta de segurança cresceram assustadoramente. É cada vez maior o número de vidas inocentes ceifadas, enquanto bandidos impunes estão nas ruas, até por falta de cadeias. O tráfico deita e rola, a população desarmada e as autoridades policiais não coíbem o ingresso pelas fronteiras de armamento pesado postos nas mãos dos criminosos que já conseguem até derrubar helicóptero.
Os sem terra, como nunca, não só invadiram mais propriedades rurais produtivas e prédios públicos, bem como passaram à sistemática destruição de plantações, lavouras, equipamentos e benfeitorias nas terras ilicitamente ocupadas, as autoridades só olhando, ao mesmo tempo em que o alcaide mor, em tom de blague, chama-os de “vândalos”, por ocasião do recente e revoltante episódio envolvendo área tomada à força de grande exportadora de suco de laranja.
Deverão esses bárbaros e vagabundos, a maioria facilmente manipulada, prosseguir nessa faina devastadora posto que muitos deles desconhecem o significado do termo vândalo. Sabem eles, isto sim, que suas nefastas ações não sofrerão qualquer tipo de pena, até porque contam com o beneplácito de autoridades, de promotores públicos, do Ibama, da turma dos "direitos humanos" e de certas Ongs, que preferem apenar quem derruba uma árvore para evitar que caia e destrua sua casa, a enfrentar os invasores e destruidores do bem alheio.
São os conhecidos “ecochatos” que vislumbram nos holofotes a maneira mais fácil de aparecer em público para esconder a inabilidade, deixando de ir atrás de quem dizima florestas inteiras, joga esgoto e lixo nos rios, lança resíduos tóxicos no ar, contribui para o crescimento da insuportável poluição e chuva ácida, extermina a flora, a fauna e destroi a natureza, impunemente. Na grande São Paulo, quase não se consegue respirar à noite quando a umidade relativa é baixa, problema que é agravado com a eliminação de gases fétidos e altamente tóxicos, as pessoas se sentindo como se estivessem dentro de um forno de carvão a queimar garrafas plásticas de refrigerantes e sacolas de supermercados.
A reforma agrária feita de maneira aberrante só serve para dissimular a real situação do campo, onde pesquisas revelaram que quase 40% dos assentamentos sofreram mudança de seus titulares originais e 73% dos assentados não produzem renda nos lotes recebidos do governo.
Mesmo assim os sem terra, com os bolsos estufados de dinheiro doado não se sabe por quem, mas desviado para invasões perversas, querem, com o apoio irrestrito do presidente, aumentar os índices de produtividade das propriedades produtivas que geram empregos e fazem fluir a economia, com o objetivo de aumentar áreas a serem expropriadas e entregues a eles.
Deveria o presidente mandar para o congresso uma lei que autorize o governo a retomar do assentado a terra doada, caso ela se revele, num curto espaço de tempo, ser improdutiva, o que naturalmente está longe de acontecer.
A produção agrícola dos assentados é diminuta, tanto que não se vê nenhuma procura maior por enxadas e adubos...
Enquanto os sem terra tiverem a aprovação superior, continuarão no crime e no oba-oba. Incrivelmente obtiveram mais um defensor, um representante idiota da ONU que aprovou a conduta reprochável dos sem terra, por entender que só assim eles conseguirão chamar à atenção para a reforma agrária. O cara da ONU, talvez sabedor de que o brasileiro é de boa paz, não imaginava o tamanho da repercussão de sua fala, uma impropriedade pungente. Em outros países, isso ele sabe muito bem, invasores são recebidos à bala.
Quanto a saúde, ela só piorou e muito com a gripe suína, que juntamente com o mosquito da dengue “desapareceram” de uma hora para outra como fumaça, num passo de mágica, dois problemas tidos “sob controle" pelo governo. O que se fez foi simplesmente impedir a divulgação do número crescente de mortes, já de olho nas próximas eleições, pois tais assuntos dele serão cobrados.
Tanto a gripe suína como a dengue são temas facilmente contornáveis pelos partidários do governo no pleito de 2010, eis que useiros e vezeiros na prática de bravatas e mentiras deslavadas, o povão já acostumado com o "engana-me que eu gosto..."!
Sobre o tema educação o desequilíbrio é geral. Além da preconceituosa questão das cotas aos afro-brasileiros e da preferência pelos estudantes oriundos das escolas públicas, o despreparo dos mentores da educação é gritante. Ainda há poucos dias os meios de comunicação mostraram muito bem a inexperiência daqueles que foram incumbidos da preparação da prova do “Enem”, delatada e abortada, que acarretou mudança de planos em muitas universidades, mas que continua causando espanto à parte da sociedade envolvida no ingresso à escola superior, sem falar do grande prejuízo suportado pelos cofres públicos e pelos estudantes participantes.
Notícias de Brasília informam que os atuais participantes do governo procuram mascarar ou se desculpar de todas as mazelas que crescem cada vez mais. Dentre elas sobressai a mais perniciosa, a da corrupção, cujo altíssimo patamar alcançado pela atual administração central deixou até de ser chocante, em face da inoperância e até complacência da grande maioria dos políticos de uma oposição amorfa e sem brio.
Patente é a falta de compostura de muitos de seus integrantes, sem mencionar a grande volúpia e a falta de escrúpulos de que são possuídos pelo poder e pela ingerência na atividade econômica do particular.
Jamais se viu um dirigismo econômico tão selvagem, onde o governo quer por o bedelho em tudo, deixando a população a mercê dos bandidos, a maior parte dela ao abandono da saúde, do transporte e da educação, enquanto acena com as “bolsas esmolas”, o mais vergonhoso sistema de compra de votos conhecido no mundo.
Só que o país desse governo que aí está num segundo mandato e quer se perpetuar no poder, chegou ao fundo do poço.
A cristalina falta de zelo com a causa pública é digna de pasmo. Basta lembrar de dois acontecimentos marcantes e vergonhosos que chocaram a opinião da sociedade, deixando perplexas outras nações: o caso do mensalão e as apontadas irregularidades praticadas no senado.
Tais episódios infelizmente jamais serão desvendados, muito menos punidos seus responsáveis: O mensalão que tem tanta gente envolvida e como era de se esperar de um inoperante e moroso judiciário, quando terminar provavelmente não condenará ninguém e aqueles que participaram desse processo já terão sucumbido.
O mesmo já aconteceu no senado, onde seu presidente mandou alguns fulanos embora e passou uma borracha, como se fazia num caderno na escola chamado borrador, nas irregularidades como se nada tivesse ocorrido e tudo foi aceito, inclusive pela oposição de rabo preso. Inútil casa de leis, do jeito que hoje atua não fazendo nada, seria preferível que fosse extinta, o país pouparia muito dinheiro e acabaria com esse cabidão de empregos e com o famigerado “conselho de ética”, figura decorativa.
Há pouco se viu na Inglaterra o primeiro ministro devolver gasto pessoal feito com dinheiro público, coisa que aqui fica, como de costume, só na promessa. No Japão, o político morre de vergonha, literalmente, caso pego, suicida-se!
Realmente o país nunca revelou tanta inversão de valores como a que se assiste de um governo pilotado por um apedeuta acostumado a blasonar "faça o que eu digo, não faça o que eu faço...", sempre desafiando até a sombra, brigado com o mundo e a vida, nunca exibindo a serenidade que se exige de um chefe de estado. Só ele e seus asseclas, como os reis da cocada preta, é que são os bons e os que prestam, embora continuando a comprar votos com esmolas junto à crédula gente pobre, junto aos excluídos e àqueles que evitam encarar a realidade, os sonhadores.
A boa vontade da iniciativa privada, única coisa que o desgoverno não conseguiu destruir, está convicta de que só a força do trabalho em pouco tempo escorraçará esse caos que reina no governo e que foi gerado por homens que desconhecem como se conduz uma nação, na qual os princípios da ética e da moral deveriam ser prioritários.
Queiram os céus que aqui, num futuro próximo, ecoem as claras e incisivas palavras do presidente Barack Obama quando de sua posse: ...E aqueles de nós que manejam os dólares públicos terão que prestar contas, para gastar de maneira sábia, reformar maus hábitos, e fazer nossos negócios à luz do dia, porque apenas assim nós podemos restaurar a confiança vital entre o povo e o governo...

 
» Espalha Fatos - ESCRÚPULOS - 02/09/2010
» Espalha Fatos - CHEGA DE CONVERSA - 24/05/2010
» Espalha Fatos - ANTÍTESE DO CLOONEY - 01/02/2010
» Espalha Fatos - MOCOTÓ E BUCHADA - 12/01/2010
» Espalha Fatos - NEM CARA NEM COROA - 29/12/2009
» Espalha Fatos - APITOS - 25/11/2009
» Espalha Fatos - SER SUSPEITO - 24/08/2009
» Espalha Fatos - FAXINA OU SÓ VARREDURA? - 28/07/2009
» Espalha Fatos - UMA NOVA ERA - 27/07/2009
» Espalha Fatos - O ALVARÁ - 06/07/2009
 
« Voltar
 
 
Metalnet Informática
Av. Dr. Renato Pagano, 555 - Jardim das Acácias
Cravinhos - SP
CEP 14140-000
Administrativo: 16 3951-8861
Atendimento Comercial: 16 3951-8862
Suporte das 18:00 às 22:00: 16 9796-7914
Conexão Discada: 3482-8565
 
 
 
  Agência de Publicidade  
  Academias  
  Açougues  
  Advogados  
  Agência de Turismo  
  Alarmes  
  Arquitetos  
  Auto Peças  
  Bancos  
  Associações  
  Bordados  
  Consultoria Ambiental  
  Amolador  
  Confecção  
  Assessoria de Imprensa  
  Consultoria e Assessoria  
  » ver todas categorias